VRSA PR2-Quintas de Cacela

Sábado, 25 Outubro 2008

O percurso de hoje teve início no largo da Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela. Este percurso tem uma extensão de 7,5 km e é de grau bastante fácil, uma vez que grande parte da distância é percorrido em asfalto. Iniciámos o percurso em direcção a Fonte Santa, atravessando algumas hortas e quintas de solos férteis verdejantes e que nesta altura estão a ser arados e semeados. Na pequena povoação de Fonte Santa fizemos uma breve pausa na Ribeira de Cacela que os cães adoraram. A água era limpida e fresca. No leito da ribeira ainda é possível observar os vestígios da antiga fonte que em tempos fornecia água a toda a localidade e que hoje está destruída devido a sucessivas cheias. De regresso ao caminho, mais à frente cruzámos a estrada que leva ao parque de campismo do Caliço e seguimos em direcção à Coutada. Pelo caminho fomos encontrando inúmeras romãzeiras carregadas de grandes romãs vermelhas. Ao passarmos pela Coutada deparámo-nos com uma situação estranha e que não conseguimos decifrar, apenas especular…Pelas paredes de um barracão e de uma casa velha várias inscrições enigmáticas e incompreensíveis…

 

      

Siga…

Encontrámos abóboras a secar ao Sol no meio de pernadas de amendoeiras, uma antiga nora e a perfeita comunhão entre o homem e a natureza: enquanto as terras são lavradas, as garças depenicam os solos…Seguindo pela E.M.509 passámos pela Quinta da Torre dos Frades onde encontrámos uma eira e um poço. Umas centenas de metros mais à frente, chegámos ao moinho de vento do arrife que, apesar de ter sido restaurado, aparenta estar abandonado. A porta estava aberta pudemos visitá-lo. Encontrámos ali um miradouro fantástico. Após uma curta paragem retomámos o percurso e, depois de cruzarmos a linha férrea, encontrámos um burro que parecia estar “partido ao meio” e uma “ovelha negra”, num sitio onde se “vendem alfaias agrícolas” e que é, simultaneamente, “centro de massagens”.

 

  

 

Esta casa estava bem guardada por um enorme cão de loiça, com direito a casa e corrente. Aliás este não seria o único que iriamos encontrar…Já na recta final, a entrar em Cacela, ainda tivemos oportunidade de ver alguma “vida animal”.

Atravessámos a vila e chegámos ao ponto de partida.

 

Cristina

 

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~ por Cristina em Outubro 28, 2008.

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